12/02/2010

[Especial] Alexander McQueen - A Moda Veste Preto

A Semana de moda de Nova York outono/inverno 2010 começa nessa quinta-feira. Com centenas de desfiles preparados o mundo da moda veste preto, e não é tendência, é respeito.
Alexander McQueen, o estilista britânico de 40 anos, foi encontrado morto em seu apartamento em Londres na tarde de ontem. Segundo o jornal britânico Daily Mail teria sido suicídio.
Conhecido como "enfant terrible" ou "hooligan" do mundo da moda, alfinetando modelos nos backstage, Alexander McQueen é responsável por influenciar uma geração. De calças com cintura extremamente baixa, cachecóis com estampa de caveira e sapatos perfeitos o estilista britânico é conhecido pelas suas coleções bizarras e inovadoras.
McQueen gostava de chocar e surpreender os convidados de seus desfiles, não se conformava com as normas da indústria da moda e seus desfiles extravagantes e coloridos, quase teatrais, sempre foram convites disputados.
Com formação em Saint Martins de Londres, Lee Alexander McQueen foi descoberto por Isabela Blow, editora da revista Tatler. Depois do suicídio de Blow, a três anos, que também era sua melhor amiga e com a morte da mãe Joyce, na semana passada, McQueen ficou extremamente abalado e essas perdas talvez tenham sido o principal motivo da morte do estilista.
Alexander McQueen apresentaria sua nova coleção em poucos dias na semana de moda de Londres e em 9 de março na semana de moda de Paris. Também lançaria em Nova York sua segunda grife, a McQ. Trabalhou para grifes como Givenchy e Gucci. Entre os fãs do estilista figuravam as cantoras Björk, Lady Gaga e Rihanna e a atriz Sarah Jessica Parker.
Filho de taxista e caçula de seis irmãos, Alexander McQueen se dizia a ovelha rosa da família, já que era homossexual assumido. Segundo o estilista ele saiu do ventre de sua mãe direto para uma parada gay. Era casado desde 2000 com o cineasta George Forsyth.
Assim como Christian Dior que liderou a agitação de novas tendências nos anos 50, Alexander McQueen é a influência nos dias atuais. A parte essencialmente Chique deste blog sentirá falta deste renomado estilista. A perda de McQueen significa o nascimento de mais um mito para o mundo da moda. McQueen será eternamente um mestre da moda, um gênio criativo e uma inspirarão. Rest in peace.
Equipe Chique e Ordinário

10/02/2010

[Arte] Ela virou boneca

Todos sabem que um estilo como o da Lady Gaga não é pra qualquer um. Mas alguém conhecido com Veik11 transformou a diva e os looks mais bizarros dela em brinquedo.
As Barbies da Lady Gaga não estão à venda, mas você pode fazer a sua própria boneca com os tutoriais que estão disponibilizados na internet.
O Chique e Ordinário separou alguns dos looks mais parecidos com os originais criados pelo artista que se aventurou no que a Lady Gaga já usou de mais bizarro.
Confira outras Barbies Lady Gaga aqui e faça a sua própria com este tutorial.
E aí? Qual você mais gostou?

por: mariah

07/02/2010

[Entrevista] Fotografia com cara de Tim Burton - Lua Amanda.


"Primeiramente Olá!
Eu me chamo Lua Amanda tenho 17 anos e a mais ou menos 1 ano e meio eu fotografo insetos, gotas, modelos e até eu mesma (risos) sempre com algum tema e edição no photoshop.
Amo escutar música, arte e desenhar.
Detesto preconceitos e o egoísmo humano. E ainda pretendo mudar o mundo (ou uma pequena parte dele)."

Lua Amanda / Chemical
Nossa segunda entrevistada do Chique e Ordinário
C&O - Consegue se ver vivendo da fotografia a ponto de seguir uma carreira nessa área ou acha que se trata de algo como um hobby?
Chemical - Eu faço sessões fotográficas para pessoas a algum tempo, como uma forma de treinar e de oferecer meu trabalho para pessoas que admiram ele (eu comecei a fotografar outras pessoas a pedidos e acabei gostando). Eu cobro um preço simbólico, porque geralmente eu edito e faço uma produção para a sessão. Pretendo abrir um estúdio e investir em fotos artísticas como profissão não deixando de ser um hobby porque é algo que eu amo fazer. Eu também costumo tirar fotos de aniversários infantis (fui chamada para um sem compromisso e acabaram me contratando mais umas 4 vezes, depois disso porque gostaram das minhas fotos (risos)). Por enquanto é um trabalho free-lancer mas eu pretendo trabalhar com fotografia no futuro com certeza!
C&O - Soube que você desenha. Para algumas pessoas, o desenho surge justamente como um retrato mental. Para você é assim? Existe um diálogo com a fotografia quando você desenha?
Chemical - Completamente! os dois trabalham juntos inclusive! (risos). Se você olhar com clareza eu tento deixar minhas fotos com um aspecto de desenho, por isso a edição fica um pouco superficial. Os desenhos eu tento fazê-los o mais real possível, geralmente, eu imagino a foto antes de concretizar ela, quando eu imagino a foto ela é como um desenho mental e quando eu desenho imagino uma foto, estranho não? (risos).
C&O - De alguma maneira, todas as artes nos ajudam a codificar algo que nos toca, um momento, uma sutileza, as vezes até uma coisa que nunca foi tirada do mundo dos sentidos; isso ocorre na música, no cinema, na literatura, nas artes plásticas etc. Por que dentre tantas formas de expressão você escolheu a fotografia? O que essa “baiana” tem?
Chemical - Eu sempre tive uma forma diferente de olhar o mundo, coisas que para mim eram incrivelmente belas, a maioria nunca achou graça ou passava reto sem perceber. Isso foi desde a minha infância, até os dias de hoje. Eu sempre fui um pouco "alheia" e sempre me encantei com o mundo e com coisas simples "eu amo o jeito que a luz passa por entre os galhos das árvores em uma noite de neblina". São momentos que eu gostaria de guardar e não só na lembrança. A fotografia me proporcionou isso.
C&O - Você se interessa por algum tipo específico de fotografia?
Chemical - Fotografia de moda por ser mais abrangente. Fotojornalismo focado em questões sociais e fotografia de natureza que sempre foi meu sonho.
C&O - Sobre essa invasão digital em todas as áreas... Hoje a fotografia é muito mais acessível, todo mundo se aventura a fazer suas próprias fotos. O que você acha dessa situação? Isso contribuiu ou vulgarizou a fotografia como arte?
Chemical - Pra ser sincera eu tenho ciúmes disso (risos). Ok! sendo sensata, todo mundo tem o direito de se aventurar, é uma tentativa, a pessoa pode escolher a fotografia porque virou moda ou porque realmente se identificou com ela. Eu não me sinto justa em julgar essa pessoa, eu posso estar errada. Muitas pessoas que se aventuraram com câmeras digitais e que antes não se sentiam capazes de fotografar se identificaram com a fotografia e se saíram muito bem e eu vejo muitas pessoas de visão surgindo por ai. Mas é claro que visão não é nada sem um pouco de estudo. Entender como a fotografia funciona é fundamental! Pra mim o que vulgariza a fotografia como arte é a opção automática da câmera. Quem se diz fotografo e tira fotos no automático deveria rever seus conceitos.
C&O - Percebi que você trabalha bastante com Photoshop. Muita gente considera esse programa uma coisa ruim, à medida que ele se torna uma pretensão da imagem perfeita, da cor ideal; há quem diga que ele furta a beleza natural da imagem; subjuga aquele efeito incrível que até então só era conseguido com um dedicado trabalho manual. O que você acha disso e como o Photoshop contribui para o seu trabalho?
Chemical - O photoshop pode ser uma ferramenta usada de forma errada, quando a pessoa busca retratar a realidade. Eu acho errado um repórter fotográfico usar photoshop para alterar uma imagem ou uma revista de pseudo-gostosas usar photoshop porque a pessoa tem celulite sendo que ela deveria ser perfeita. Você tem que mostrar o que se propôs a mostrar, o repórter mostra a realidade e a garota gostosa de plástico é para pessoas que não pedem realidade, pedem uma gostosa de plástico que nunca vão ter. Eu me proponho a fazer um trabalho fantasioso e nem um pouco natural, mas é claro que quem escolher fotografar comigo tem a escolha de usar ou não o photoshop. O photoshop facilitou a vida de muita gente preguiçosa também, hoje em dia é possível fazer quase tudo em uma imagem no photoshop. Em algumas das minhas fotos que tiro por hobby eu opto por não usar photoshop (em outras eu altero alguns erros de iluminação, que também seriam facilmente resolvidos com uma equipe ajudando e muito investimento em equipamento, mas por enquanto o photoshop ajuda).
C&O - A estética para você é um instinto natural ou sente que adquiriu isso com o tempo? Você acha que a beleza é fundamental?
Chemical - Eu acho a definição de estética algo relativo. É claro que tem algumas técnicas que ajudam a deixar algo mais atraente ao olhar, mas ainda assim não é um consenso geral, eu por exemplo, me baseio no instinto e para algumas pessoas o que eu sou é completamente anti-estético, mas eu fico feliz com o imperfeito. Nunca quis alcançar a perfeição que a maioria quer, eu prefiro o que é perfeito para mim se as outras pessoas gostarem é uma conseqüência. Já a beleza depende muito conceito de cada um, isso também é relativo. Eu amo coisas que para muitos são coisas feias e amo coisas belas também. A beleza é fundamental sempre, mas o que seria dela se não existisse a feiúra para contrastar?
C&O - Você gosta de arte, certo? Sobre Salvador Dali, como ele influência em seu trabalho?
Chemical - Salvador Dali é meu artista favorito! Para mim ele era um gênio! Não só como artista mas também como pessoa, ele era completamente excêntrico e sincero. Ele não tem muita influencia nas fotografias, mas é bem presente nos desenhos, geralmente meus desenhos tem uma pitada surreal.
C&O - Alguns fotógrafos como Sebastião Salgado, dedicam-se às misérias humanas, a nos passar uma mensagem de âmbito social em seus trabalhos. Como você vê essa área, já utilizou essa temática?
Chemical - Sou muito fã das fotos do Sebastião Salgado, eu só não conseguiria fotografar o que ele fotografa porque eu me envolvo demais e a pessoa precisa ser neutra nessa área se não não aguenta a pressão. Minhas fotos de filme são na maioria de mendigos e cães de rua, mas não gosto de tirar fotos de situações miseráveis me faz mal. Eu vejo como uma questão importantíssima mas é uma situação social muito triste que infelizmente eu contribuo. Me envolvo emocionalmente por não poder fazer muita coisa sozinha, então, por enquanto eu prefiro mostrar as pessoas que existe um mundo lindo e colorido para que talvez elas não fiquem tristes e não precisem se sentir miseráveis. Acho que as pessoas ainda não estão preparadas para enfrentarem temáticas assim sem se sentirem chocadas "a maioria das pessoas vive com uma venda sobre os olhos elas precisam tirar as vendas primeiro antes de verem a situação com clareza", então, prefiro guardar os filmes na minha gaveta.
C&O - Diga-nos, se você pudesse fotografar o seu futuro, como gostaria que fosse esse retrato? De que ele é composto?
Chemical - Já viu aqueles panfletos dos testemunhas de Jeová que retratam o paraíso? Se eu pudesse fotografar meu futuro gostaria que ele fosse assim, pessoas convivendo felizes, familias reunidas fazendo um pic-nic. Em um parque lindo com árvores frutiferas, animais, humanos e muita natureza. Sendo um pouquinho mais realista agora, eu gostaria muito que o futuro fosse parecido com um passado nem tão distante, onde o homem não destruía seu lar, não matava seus irmãos em vão e vivia em comunhão com a natureza sem plantar mais do que era preciso comer, sem se importar com o tempo e com a velhice e onde inclusive a velhice era extremamente respeitada, por ser sinal de sabedoria. Meu retrato perfeito é o de um mundo saudável, onde o homem não se sente o senhor deus do universo e respeita a sabedoria da vida.
Abaixo confira apenas algumas fotos do trabalho da Chemical:
Fotos da Amanda:

Fotos de trabalho:
Fotos de evento:
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Vale a pena conferir outras fotos de Chemical nos links abaixo:
Contatos:
Lua Amanda - chemical.photography@hotmail.com
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Por: Thainá e Jana

04/02/2010

[Música] Espírito Boêmio

Creio que muitos jovens entre 15 e 4o anos já conheçam de cor a letra de Elephant Gun por todo o Brasil. A belíssima canção embalou os capítulos da mini-série Capitu e encantou multidões. Desde então foram downloads e mais downloads dos álbuns da magnífica Beirut: os propagadores da nova boemia.
A banda formada por Zach Condon, natural do Novo México, encantou o mundo todo com a mistura muito bem equilibrada de música folclórica e indie rock. Zach começou cedo no mundo da música e com apenas 15 anos já havia lançado alguns EPs de lo-fi com o nome de Real People. Aos 16 viajou para a Europa onde teve contato com a música balcânica que é a base de inspiração para suas canções.
Além de instrumentos usuais como violão, teclado e percussão a banda conta com instrumentos populares como o ukelele (instrumento havaiano parecido com o cavaquinho), o acordeón, trompete, trompa, pandeiro, violino e contrabaixo.
Ano passado nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná houve um evento entre bandas independentes chamado Beirutando, onde várias bandas do cenário folk saíam as ruas para executar as músicas peferidas da banda. Zach Condon e os demais integrantes da banda ficaram surpresos, pois não acreditavam que sua música fosse fazer tanto sucesso assim no Brasil. Talvez dessa surpresa e dessa admiração pelo povo brasileiro tenha surgido a idéia de executar uma nova versão de Aquarela do Brasil, samba de Ary Barroso, em seus shows oficiais.
Para mim as canções do Beirut trazem uma sensação de tranquilidade, tristeza, paixão e alegria. Suas letras são como poemas feitos a mesa de um barzinho e cantadas hora para o sol nas árvores hora para a lua nas calçadas. Quem ainda não conhece perde não só a chance de se encontrar com a legítima música boêmia, mas também com uma manifestação tranquila e doce da arte humana.
por: Jean

02/02/2010

[Cinema] Elementar, meu caro Watson

Hey, meu primeiro post aqui devido a minha preguiça tecnológica mas vamos lá:

Elementar, meu caro Watson

Bem em um filme de Sherlock Holmes essa frase não poderia faltar, certo? Errado. No filme de Guy Ritche ela não é citada em nenhum momento, mas não chega a ser uma decepção e nem mesmo torna o filme ruim, longe disso. É realmente uma nova visão do detetive mais famoso do mundo

O roteiro não é nenhuma adaptação dos livros da série escrita por Arthur Conan Doyle, na verdade foi baseado em uma HQ inédita de Lionel Wigram, Michael Robert Johnson, Antony Peckham e Simon Kinberg, por isso a história pode parecer um tanto estranha para os fãs, pois o caso envolve magia e outras coisas que não são corriqueiras nas histórias. O próprio Holmes também não é o mesmo dos livros, apesar de ter permanecido imaculada sua essência. Como toda produção hollywoodiana foi feito para agradar ao grande público, para tanto são usadas boas doses de humor, efeitos especiais e cenas de ação. Mas não chega a ser um filme vulgar.

Sherlock continua atento a tudo, extremamente sagaz e um tanto frio e arrogante. Watson também é o mesmo sempre aceitando participar de tudo só pra salvar o amigo das enrascadas em que se mete. Mas se você é daqueles que fazem questão que o filme seja fiel à história original, melhor deixar o filme de lado e continuar nos livros.

Opinião do ser que vos escreve: ahhh eu não entendo nada de cinema e gostei do filme, se não tiver nada pra fazer é uma boa opção pra passar o tempo :D Hum e a trilha sonora assinada pelo Hans Zimmer é muito boa, dá um charminho ao filme.

Confira o último trailer official do filme:

Por: [Priscila]

31/01/2010

[Moda] Darth Vader Publicitário

Darth Vader encontra Daft Punk? Remix cheio de influências do hip hop para a clássica Marcha Imperial? Foi o que a Adidas mostrou com o teaser do lançamento da linha Adidas Originals Star Wars Collection - que é, por sinal, bastante aguardada pelos descolados e pelos fãs da saga (pois é, já foi o tempo em que os nerds eram ignorados no mundo "cool").

Nessa coleção, enquanto alguns dos tênis adquirem caráter futurista, com o predomínio do prateado e de imagens dos personagens da saga, outras peças assumem o preto "Darth Vader", com um mix do rosto do vilão com o símbolo da grife.

A marca não mediu esforços para relacionar o estilo "street" da Originals com a série Star Wars na hora de produzir o comercial. Cheio de efeitos, o vídeo, ao som de uma inusitada versão da Marcha Imperial, conta com dançarinos de break e com a presença de David Beckham, Snoop Dogg, Called 13 e DJ Neil, além da já citada dupla Daft Punk. Assista abaixo:


Fonte: Revista Rolling Stones
[Thainá]

29/01/2010

[Leitura] Princesas Reais

Notícia colhida do BBC Brasil

Cinderela larga príncipe e Branca de Neve toma Prozac em livro na Espanha
Um livro no qual Cinderela se rebela, vira vegetariana, sai do baile só de madrugada e larga o príncipe encantado, e em que sua amiga Branca de Neve usa Prozac para combater a depressão, se tornou um dos maiores sucessos de venda das últimas semanas na Espanha.

A obra La Cenicienta que no Queria Comer Perdices (“A Cinderela que não queria comer perdizes”, em uma alusão ao tradicional final de contos em espanhol, que acabam com a frase “foram felizes e comeram perdizes”) vendeu mais de 50 mil exemplares no país nas seis primeiras semanas após seu lançamento.

A história foi criada quase que por brincadeira pela escritora Nunila López Salamero e pela desenhista Myriam Cameros Sierra.

Elas contam que ofereceram o livro a várias editoras espanholas e não receberam nem um e-mail como resposta.

Com a ajuda de amigas e de associações de combate à violência contra a mulher, López e Cameros juntaram dinheiro em coletas para a primeira publicação e o sucesso foi imediato.

Receberam apoio de intelectuais espanhóis e chamaram a atenção de uma das maiores editoras da Espanha, a Planeta, que publicou o texto.

Outras princesas

A Cinderela espanhola do século 21 percebe que era uma mulher maltratada pela madrasta e suas irmãs, abandonada pelo pai, forçada a estar magra para caber em roupas de tamanho 38 e que o príncipe, depois que se tornou seu marido, era um mandão e eterno insatisfeito.

No livro, a renovada Gata Borralheira ainda se reencontra com suas amigas princesas que também estão em nova fase e com outros personagens de contos clássicos que decidem mudar de vida.

A Bela Adormecida explica como acordou sozinha, Branca de Neve sai da depressão, deixa o Prozac (remédio ansiolítico) e resolve se bronzear até ficar morena.

“(O livro) é dedicado a todas as mulheres valentes que querem mudar de vida”, explicam as autoras.

Ele deverá ser lançado no Brasil em 2010, mas ainda sem previsão de data, nem título definitivo.
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Princesas do mundo, emancipem-se das imposições; não se submetam; sejam honestas;

Jana